Meu olhar permaneceu preso à estreita porta de pedra enquanto ela terminava de surgir diante de nós.
Nenhum mecanismo continuou se movendo depois disso.
Nenhum novo tremor percorreu o salão.
Era como se todo aquele lugar aguardasse apenas uma decisão.
Por alguns segundos, ninguém ousou dar o primeiro passo.
Nem nós.
Nem o Corvo Negro.
O único som era o da água correndo pelos canais ao redor do altar, agora iluminados apenas por um brilho fraco que ainda permanecia gravado nas antigas inscrições