O silêncio que ficou depois da partida do Corvo Negro parecia mais pesado do que qualquer batalha.
Durante alguns segundos, ninguém se moveu.
Nem mesmo eu.
Meus olhos continuavam presos ao galho onde ele estivera poucos instantes antes, como se, a qualquer momento, sua silhueta fosse surgir outra vez entre as folhas.
Mas não surgiu.
Só o vento.
Lento.
Frio.
Levando embora as últimas ondas que ainda agitavam a superfície do rio.
Respirei fundo.
Foi então que senti um peso apoiar-se contra meu om