Durante muito tempo, pensei que silêncio significava ausência.
Ausência de pessoas.
De problemas.
De sons.
Quando tudo ficava quieto demais, eu costumava esperar que alguma coisa acontecesse. Uma ameaça surgiria. Um inimigo apareceria. Alguma responsabilidade que eu tentava ignorar encontraria uma forma de voltar.
Mas, depois de viajar com Sakura, comecei a perceber que existiam diferentes tipos de silêncio.
Alguns eram vazios.
Outros eram descanso.
E aquele silêncio da manhã era exatamente iss