Na manhã seguinte, fomos acordados pelo sino da pequena capela.
Não era alto.
Nem insistente.
Soava apenas uma vez a cada certo tempo, espalhando um eco tranquilo pelas colinas.
Abri os olhos devagar e encontrei Rintaro já sentado na beira do alpendre, observando um homem idoso varrer as folhas secas do pátio.
Não havia nenhuma conversa.
Nenhuma pressa.
Só o som da vassoura deslizando sobre as pedras.
Levantei-me, ainda espreguiçando os braços.
"Bom dia."
Rintaro virou o rosto.
"Bom dia."
O res