Eu não sabia exatamente quando o silêncio deixou de ser confortável.
Talvez tivesse sido depois que caí no poço.
Talvez depois que o primeiro fragmento apareceu.
Ou talvez naquele instante, enquanto caminhávamos em direção à enorme árvore iluminada que podia ser vista mesmo a quilômetros de distância.
Ninguém dizia nada.
Nem eu.
Nem Rintaro.
Nem Aoi.
Nem Hana.
Era estranho como quatro pessoas podiam carregar tantos pensamentos diferentes e, ainda assim, parecerem presas ao mesm