Eu sempre achei que a saudade era algo que eu conseguia controlar.
Não porque ela fosse pequena.
Nunca foi.
Desde que Sakura fechou os olhos, ela esteve presente em todos os dias.
Mas eu tinha criado uma rotina.
Eu acordava.
Eu ia até o salão.
Eu segurava a mão dela.
Eu conversava sobre as coisas que aconteciam.
Depois continuava o dia.
Era uma forma de seguir.
Uma forma de não deixar a ausência dela ocupar tudo.
...
Mas havia dias em que isso não funcionava.
Dias em que a falta dela parecia ma