O silêncio dentro do postinho era pesado.
Alice continuava segurando a mão de Coroa, como se aquele simples gesto fosse capaz de mantê-lo ali, preso ao mundo dos vivos.
Ela não queria soltar.
Não podia soltar.
O peito dele subia e descia devagar, mas de forma irregular. Cada respiração parecia um esforço.
Sarah observava de perto, o coração apertado.
Pardal estava encostado na parede com os braços cruzados, atento a qualquer movimento. Lá fora, alguns homens ainda caminhavam armados pelas ruas.