AARON
Como no dia anterior, eu me sento na cadeira em frente à sua escrivaninha, na mesma posição, encarando a mulher que não estava calma antes, mas nem se compara à sua reação de agora.
Ela tenta ajeitar alguns papeis sobre a mesa, as mãos trêmulas e respiração tensa.
— Você está expulso.
Arqueio uma sobrancelha.
— Não entendi.
Sua mandíbula endurece.
— Não há o que entender, Aaron Ditt. Você está expulso — diz. — E esteja agradecido por eu não decidir chamar a polícia.
Me recosto contra o en