Simone
— E Adonis, como ele está? — Seu tom de voz agora é baixo, quase um fio.
— Refazendo a sua vida.
— Ele deve estar puto comigo.
— É, ele está. No entanto, você não precisa se preocupar com isso agora — peço. Ele assente cabisbaixo. Seguro firme a pasta e levanto da cadeira, me inclinando sobre a mesa e me aproximando um pouco mais dele. Olho em seus olhos e meu coração acelera com violência apenas com essa aproximação, por mínima que seja. Não, não agirei como se fosse uma menininha dessa