A tarde estava clara e mansa quando chegamos à pequena igreja de pedra. Não havia carros enfileirados, nem fotógrafos, nem dezenas de convidados. Apenas cinco pessoas esperavam do lado de dentro: a mãe de Ravena, Gustavo, Marcos e Lívia. O pastor, um homem de meia-idade de voz calma, já estava à frente do altar simples, iluminado pela luz dourada que entrava pelos vitrais.
Eu entrei primeiro, de terno preto impecável. O coração batia forte, mas de um jeito diferente de todas as outras vezes e