Era Thor. Ele, ainda febril, mas com os olhos semicerrados, a segurava.
Ela se virou rapidamente, sentou-se ao lado dele, levando a mão ao rosto dele com carinho.
— Estamos aqui, minha vida. Fica tranquilo. Estou cuidando de você...
Ele não respondeu. Apenas deixou a cabeça pender suavemente sobre o travesseiro e adormeceu.
Celina respirou fundo, com os olhos cheios d’água. Passaria a madrugada inteira ali, ao lado dele. E se preciso fosse, passaria o resto da vida. Cuidando. Amando. Lutando.
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