DAMIEN SINCLAIR
O segundo dia em Boston tinha um tipo de silêncio diferente. Não era falta de barulho, muito pelo contrário. A sala de reuniões estava cheia de vozes, apresentações, projeções financeiras e discussões sobre investimentos para os próximos anos. O telão mudava de gráfico a cada poucos minutos, investidores faziam perguntas, diretores apresentavam relatórios e, tecnicamente, minha atenção deveria estar ali.
Na prática, ela estava em outro lugar.
Eu continuava respondendo quando al