Marcus jogou o copo de whisky vazio na mesa, o som ecoando pela sala silenciosa. Seu peito estava apertado, e ele não podia ignorar a declaração de Amy na coletiva. Ela ainda o amava. Aquelas palavras ecoavam em sua mente como uma música que ele não conseguia parar de ouvir. Sem pensar muito, levantou-se, pegou o moletom jogado no sofá e calçou um par de tênis. O habitual terno impecável ficou de lado. Hoje, ele era apenas um homem desesperado.
Com as chaves na mão, ele saiu de casa em passos r