Louise
— E aí, como "cê" tá? — Havia algumas marcas de sangue em sua camisa, e quando ele entrou não estava com elas. O pior era que eu estava vestida com ela.
— Viva! O que é isso? — Puxei o pano com a mancha para perto do meu nariz e realmente senti o cheiro de sangue.
— Isso é o sangue daquele canalha. Eu vi as imagens das câmeras. — Ele falava de forma natural, como se fosse a coisa mais natural do mundo dizer que matou alguém.
— Desculpa. A culpa foi toda minha. Eu sou um caos. Não era