No quarto, Melissa despertou com a garganta seca e o corpo ainda aquecido pelo calor da noite. Virou levemente o rosto, procurando por um copo d’água ao lado da cama, mas não havia nada ali. Franziu a testa por um instante, até se lembrar da orientação de Gabriel: ela precisava se levantar, precisava andar.
Olhou o relógio. Meia-noite e meia.
- Meu Deus… - murmurou, ainda com a voz baixa, sonolenta.
Respirou fundo. A sede insistia.
Com cuidado, afastou o lençol e se sentou na cama. Vestia um