Arthur dirigiu durante boa parte do caminho em silêncio.
Uma das mãos permanecia apoiada no volante enquanto a outra repousava sobre a marcha. Seu semblante sério denunciava o quanto aquela situação também o incomodava.
Isabela observava a paisagem pela janela.
Quanto mais avançavam, mais distante a civilização parecia ficar.
Estradas vazias.
Árvores.
Montanhas ao longe.
Nenhum sinal de movimento.
Até que finalmente o carro atravessou um portão discreto cercado por vegetação e seguiu por