O escritório estava silencioso.
Silencioso demais.
Antes, aquele andar inteiro fervilhava de reuniões, telefonemas, funcionários correndo de um lado para o outro e acionistas importantes entrando e saindo das salas envidraçadas.
Agora…
Só existia o eco.
Ricardo girava lentamente um lápis entre os dedos enquanto encarava a parede de vidro atrás da própria mesa.
A cidade continuava viva lá fora.
Os carros continuavam andando.
As pessoas continuavam seguindo suas vidas.
Mas a dele…
Parecia ter para