— Posso?
A voz dele saiu rouca, quase um sussurro quebrado pela emoção.
Vittória umedeceu os lábios e engoliu em seco. O olhar dela oscilava entre a timidez e o desejo avassalador que se acendia em seu ventre.
— Pode o quê, Valério?
Provocou ela, embora a respiração curta traísse seu nervosismo.
Enfrentando o medo da renúncia dela, ele disse:
— Posso tocar você? Fazer amor com você, minha saracura?
Vittória soltou um suspiro entredentes, um misto de fingida indignação e puro afeto.
— Até quand