— O passado não pode interferir em seu presente, muito menos o medo e as dores. Eu sei como é não ter fome ou vontade de seguir em frente, mas, Elisabeth, não é justo com aqueles que nos amam nos deixarmos de lado e permitir que os monstros do passado continuem nos fazendo seus prisioneiros. — Belisquei levemente seu queixo e olhei para sua boca vermelha, contornando-a com o dedo. Depois, inclinei a cabeça, reconsiderando, e voltei à postura normal. — Então coma, uma garfada de cada vez.
Ela as