Maya
A menção aos irmãos de Arthur faz o meu estômago dar uma reviravolta que nada tem a ver com as cólicas da semana passada. Eu me afasto do seu abraço com uma lentidão calculada, ajeitando o blazer do meu terninho para recuperar a postura profissional que o toque possessivo dele sempre teima em desestabilizar.
— Klaus e Victor já sabem até o meu nome de cor, Arthur? — pergunto, cruzando os braços e arqueando uma sobrancelha para ele. — O que exatamente você anda falando de mim nos jantar