No galpão úmido e escuro, Elisa lutava contra a exaustão. Horas se passavam desde a última "visita" de Louis, com a pasta de documentos espalhada no chão como uma acusação silenciosa. A fome roía seu estômago, os pulsos sangravam levemente das cordas apertadas, e o ar frio a fazia tremer. Ela tentava se soltar, roçando as amarras contra a cadeira, mas o esforço a deixava ainda mais fraca.
De repente, a porta rangeu aberta. Louis entrou, carregando uma garrafa de água e um sanduíche mofado. Seu