—Trabalha amanhã? — pergunto, com a voz curiosa.
—Não, amanhã é minha folga — responde ela, com um sorriso.
—Melhor ainda — digo, com um sorriso malicioso.
Ligo o carro, dou partida e saio. Dou a volta, saio da estrada de terra e pego a rodovia. O celular dela toca. Ela atende.
—Oi... Ah, desculpa, não deu para avisar... Não... Tô bem... Duvido... Não... Não me espera, não vou dormir em casa... Amanhã eu te conto... Boa noite... Tchau — diz ela, desligando o celular.
—Quem era? — pergunto, com