—Ela quer ver Bruninho — digo, com a voz mais calma.
—Leva — ela diz, com a voz animada. — Vai ser bom para ela. E Bruninho está chamando por ela toda hora. Ele a tem como mãe. Acho tão bonitinho ele chamando ela de mãe.
—Mãe — digo, com a voz firme. — Arruma ele para mim.
Ela se levanta, pega Bruninho, que está brincando, e o leva para cima. Fico deitado no sofá. Meu pai e Carlos chegam.
—Oh, meu filho — meu pai diz, com a voz preocupada. — Acabei de falar com Ernandes e soube. Sinto muito.
—E