Vamos para o carro, entramos, dou partida e saio com o carro. No caminho, ela vai calada, com a cabeça encostada no vidro. Meu coração se parte ao vê-la neste estado. Depois de um certo trajeto, chegamos em casa. Coloco o carro na garagem, descemos e entramos.
—Vem, meu amor — Celina diz, com a voz carinhosa. — Deixa a vovó preparar seu almoço.
Bruninho não quer ir.
—Vai com a vovó — Alice diz, com a voz suave. — Almoça, depois você sobe, tá bom.
Ele obedece e vai com minha mãe. Nós subi