Quando menos espero, sinto umas mãos envolverem minha cintura, e uma voz rouca sussurra em meu ouvido.
—Deixa eu ver a sua calcinha, amor — Davi diz, com a voz provocadora.
—Tá pervertido hoje, amor — digo, rindo, mas sentindo o calor subir pelo meu corpo.
—Por você, sou tarado — ele responde, beijando meu pescoço, seus lábios quentes contra minha pele.
Ele tenta colocar a mão dentro do meu vestido, mas não colaboro, desviando-me com um sorriso. Ele me vira de frente para ele, seus olhos pratea