O barulho de passos pesados na escada anuncia que o Davi tá descendo. Ele passa direto pela sala com a cara de poucos amigos e vai para a cozinha.
— Ele tá bravo com a gente? — a Gabriela pergunta, assustada.
— Não, meu amor. Ele só é estressado mesmo — respondo, mantendo a calma.
A campainha toca novamente. Me levanto e vou abrir. É a Fernanda, radiante.
— Oi, minha vida! — ela me dá um abraço gostoso.
— Oi, Fê! Entra logo — sorrio.
— Tá pronta para a gente ir para a psicóloga? — ela pergunta,