O estacionamento do prédio mergulhou em um silêncio absoluto.
Lavínia permanecia parada diante deles.
O rosto estava pálido.
Os olhos vermelhos.
A respiração acelerada.
Por alguns segundos, ela não parecia a mulher segura que enviara aquele cartão cruel junto com o colar.
Parecia alguém que acabara de perceber que tinha perdido o controle da situação.
Aurora continuava ao lado do carro.
Vicente ainda segurava a aliança na mão fechada.
Nenhum dos dois disse uma palavra.
Foi Lavínia quem rompeu o