O "bebê grande" mamava o seio dela com ganância. Clara só conseguia ficar parada, arqueando o peito para que ele aproveitasse. A mão grande dele envolvia seu seio enquanto a boca sugava sem parar. Clara olhou para ele, envergonhada. Por que ele queria agir como um bebê agora? Ela realmente não conseguia entender.
— Já chega, senhor Smith… mm… você já fez muito ontem à noite. — Protestou ela, pressionando a mão contra a boca dele.
— Muito? Foram só duas vezes, Clara. — Ele rebateu.
— Ah, senhor Smith, você não pode simplesmente me arrastar para a cama o tempo todo.
— Quem disse que não posso? Esse é o seu dever principal, Clara. — Respondeu Trey, erguendo as sobrancelhas como se quisesse enfatizar ainda mais o papel dela.
— Uh… — Ela não conseguiu retrucar e apenas pareceu desconfortável. Sim, ele tinha razão. Ela recebia dinheiro exatamente por isso.
Aquela expressão triste fez Trey parar. Ele voltou a prender o fecho do sutiã dela e sentou-se ao lado dela.
— Com essa cara… você