Grifis, com o bebê nos braços, me alcançou ao embarcar. — Ália, espere!
— O que foi? — Sentei na carruagem, olhando-o de cima, sem vontade de conversar.
— Ália, veja o bebê. Tão adorável. Sei que sempre quis ser mãe. Não pode... deixar o passado e criá-lo comigo? — Grifis implorou.
Chocada com sua desfaçatez, respondi: — Grifis, para mim, ele não é adorável, mas prova da sua traição. Não há mais volta.
E parti, com Grifis tentando me seguir, mas o choro do bebê o deteve.
Durante o ano seguinte