Aurora caminhou lentamente até o retrato de Larissa, seus dedos pálidos e esguios acariciavam o rosto de sua mãe. Sua voz soava um pouco rouca.
— Mamãe, sou eu, Au, a filha que você salvou arriscando sua própria vida. Vim te ver.
Ao ouvir essas palavras, Cláudia não conseguiu mais segurar as lágrimas, que corriam por suas bochechas.
— Larissa, foi você no céu que abençoou, permitindo que encontrássemos Au. Fique tranquila, a partir de agora, cuidaremos bem dela. Descanse em paz.
Ela entregou um