Leonardo
Bati suavemente na porta do escritório do meu pai, esperando por sua permissão. De dentro, ouvi sua voz grave e firme:
— Pode entrar.
Abri a porta, sentindo um misto de ansiedade e determinação. Meu pai estava sentado à mesa, revisando alguns documentos, mas ao me ver, tirou os óculos e se ajeitou na cadeira.
— Pai, posso conversar com o senhor? — perguntei, mantendo um tom sério.
Ele me estudou por um momento antes de responder.
— Claro. Aconteceu alguma coisa?
Respirei fundo, escolhe