Daniel
Eu mal termino a ligação pedindo a Torence para providenciar que alguém traga a caminhonete de Madelaine para cá, e ela já está arrancando a minha camisa no sentido literal da palavra, e eu gosto disso.
Ela abaixa o rosto, com os dedos ávidos, e sem nenhum resquício de timidez, se ajoelha, tirando minha calça junto a cueca com um puxão.
Eu estou no paraíso. Não há nenhuma explicação mais plausível que essa.
Olha para ela que me encara com aquelas bochechas coradas e uma carinha de pu