Daphne
Eu abri meus olhos lentamente. Paredes brancas ao meu redor, um aparelho verificando meus batimentos cardíacos. Eu tentei levantar-me, mas uma mão me impediu e uma voz familiar ecoou em meus ouvidos.
— Graças a Deus, você acordou – era Haiden, olhando para mim com tanto afeto que achei que estava em um mundo paralelo – por favor, não se levante, você acabou de sair da sala de cirurgia.
Eu não conseguia falar, eu ainda estava sonolenta, meus olhos pesavam como duas pedras postas em cim