O cenário se transformou em um quarto que Selene reconheceu vagamente de seus próprios sonhos febris — o mesmo quarto de cortinas de veludo bordô, a mesma penteadeira com espelho de moldura dourada. Mas, desta vez, a imagem carregava um peso diferente, mais visceral, mais real.
Natalie estava deitada na cama, o rosto pálido, coberto de suor, o corpo visivelmente mais magro do que deveria ser saudável. Uma criada entrava no quarto, carregando uma bandeja com um chá fumegante.
— Sua tia... quer d