Fiquei de cabelo em pé com o que ouvi. Saí do esconderijo e atrapalhada bati no vaso ao lado da estante. Mais azarada que eu impossível.
—Quem está aí? —A voz grave de Stefano amoleceu minhas pernas. Ignorei os cacos quebrados os desviando e tomei a direção do corredor. Acabei esbarrando em Erick.
—Ei! —fez ele que segurou meus braços. —Você não olha por onde anda, não?
—Desculpa, foi sem querer.
— Está tremendo. Calma. —Pediu, enquanto me maldizia.