Matteo permanece ao meu lado, acariciando suavemente minha pele em silêncio, enquanto encaro o teto, relutante em encará-lo. Os vestígios do desejo e relaxamento desaparecem gradativamente, dando lugar à vergonha e timidez, criando um vazio de incertezas sobre o que devo fazer.
Decido romper o silêncio, falando a primeira coisa que me vem à mente, numa tentativa de conseguir respirar longe dele.
— Eu estou com fome. — digo, após um longo suspiro. Matteo me encara fixamente, soltando uma risada