Angélique Mayers
Nolan estava parado, com a boca no mesmo lugar, como se nem ao menos tivesse se dado conta de que tinha meu peito esquerdo preso entre os dentes. Quando voltou a piscar, me soltou com um estalo molhado, erguendo o corpo até a altura dele, me obrigando a erguer o queixo e olhar para cima.
A única coisa quente entre nós era a água que caía do chuveiro e que embaçava o vidro do box, porque o clima que existia parecia ter evaporado em uma onda gelada em questão de segundos.
E enqua