A noite trouxe um frio que se infiltrou pelas paredes do armazém. Os olhos de Alexei haviam fechado de novo, o corpo em desespero de se curar roubando a consciência dele em ondas. Horas se passaram com nada além de silêncio além da prisão.
Keira abraçou a si mesma, tremendo levemente enquanto observava o quadrado de céu noturno pela janela alta. O cômodo havia escurecido ao ponto em que o rosto de Alexei era apenas um oval pálido na penumbra. Ela havia apagado a luz que não era lá muito boa naq