Samanta
O sinal estridente que indicava o fim da última aula de terça-feira pareceu ecoar na minha mente como um grito de liberdade. Juntei meus cadernos de forma mecânica, enfiando-os na mochila com pressa, enquanto a sala de aula se esvaziava ao meu redor. Emma me acompanhou até o metrô, caminhando ao meu lado sob o céu nublado que ameaçava desabar em chuva a qualquer momento.
— Você tem certeza de que não quer que eu vá com você até o terminal? — Emma perguntou, ajustando a alça de sua próp