Samanta
No momento em que a porta do meu apartamento bateu, o resto do mundo deixou de existir. Havia apenas o peso do corpo de Lorenzo contra o meu e a urgência crua que emanava dele. Ele não perdeu tempo com delicadezas; suas mãos, grandes e possessivas, encontraram o fecho da minha saia lápis com uma precisão que me fez arfar.
Ele me carregou pelo corredor estreito até o meu quarto, o trajeto marcado por beijos que roubavam meu fôlego e o som das nossas respirações descompassadas. Quando ent