Samanta
A noite de quinta-feira foi um borrão de fórmulas matemáticas que não faziam sentido e um cansaço que não vinha apenas das horas trabalhadas. Eu saí do escritório ontem deixando para trás o silêncio pesado do corredor e a porta da presidência trancada, onde Lorenzo e aquela tal de Sofia pareciam ter todo o tempo do mundo. Tentei focar na aula, mas a voz melosa da "amiga" e o brilho de expectativa que vi nos olhos dele agiam como um ruído de fundo persistente em minha mente.
Finalmente