CAPÍTULO 29 — CELESTE
Existe um momento inevitável depois de qualquer grande acontecimento em que a intensidade inicial começa a se dissipar lentamente, não de forma abrupta, mas como uma maré que recua, deixando para trás não apenas a memória do impacto, mas também tudo aquilo que estava escondido sob a superfície e que agora se torna impossível de ignorar, e é exatamente nesse espaço que Celeste se encontra enquanto observa o pequeno ser adormecido em seus braços, sentindo o peso leve, o calor