A barra de progresso forense subia com uma lentidão torturante na tela do notebook de Daniel. 42%... 55%... 63%... No silêncio sepulcral da sala da diretoria, o único som audível era a respiração pausada de Luana. Seus olhos verdes, antes opacos pela névoa da desilusão amorosa, agora faiscavam com a adrenalina pura da caçada. Ela monitorava a porta de madeira maciça, sabendo que cada segundo ali era uma corda bamba entre a justiça e o desastre.
O celular de Luana, silenciado sobre o seu colo, v