Passei pelo portão tão cega de raiva que nem notei uma senhora me chamando.
- Moça.-Ela passou na minha frente.- Já fechamosl
- É mesmo? -Fuzilei com os olhos, a infeliz. - Sai da minha frente.
- Não. - Ela cruzou os braços. - Não vou sair.
Era uma senhora de mais ou menos cinquenta anos, mais alta que eu,bem magra,e tinha cara de mal.
- Se a Senhora não sair,eu te empurro.- Coloquei a mão na frente dela.
Quando eu percebi que ela não ia sair mesmo, pedi perdão a Deus, tomei impulso e dei um