— Não.
— Não precisava do cachorro... Sou um humano leal, sensível e protetor. E posso me comportar num apartamento, faço minhas necessidades no local adequado e não lato.
— E você... Lambe?
Ele enrugou a testa, arqueando a sobrancelha:
— Pior que sei que você não bebeu.
— Não bebi. — Sorri.
— Eu já disse que você não vale nada?
— Algumas vezes. Mas como eu sei que valho muito, não me importo com suas palavras. Ao menos por enquanto. Talvez um dia eu me canse disto tudo. Daí, Theo, você estará