Peguei o buquê, que chegava a ser pesado. Theo sabia que eu não gostava de flores. Ou melhor, não gostava de ganhá-las. Retirei o cartão, que estava escrito com a letra firme e bem desenhada dele: “Seja bem-vinda novamente, raio de sol. Eu deveria tê-la recepcionado desta forma, desde o início. Desculpe pelo meu gato! Theozinho.”
Eu ri:
— “Theozinho”?
— Queria lhe arrancar um sorriso. — Me olhou, orgulhoso.
— Desculpas aceitas.
— Queria que quando chegasse de volta, soubesse o quanto é bem-vind