— Eu odeio você, Theo. — Tranquei a porta.
Gatão estava deitado na minha cama. Levantou a cabeça quando me viu e depois a ajeitou de novo no travesseiro.
— Viu o que ele pensa de mim? — Pus as mãos na cintura. — Theo nunca acha que eu possa fazer algo de bom, entende? Ele me odeia... Assim como eu o odeio...
Deitei ao lado de Gatão, alisando seu pelo sem que ele sequer abrisse os olhos. Toquei a parte ferida no focinho e fui até o banheiro, pegando uma toalha e limpando a área que foi unhada. R