— Mônica, não quero que se arrisque mais. Você é apenas uma advogada e não um detetive, tão pouco uma policial, deixe isso pra eles — me repreende com um tom baixo e exasperado. Provavelmente para não acordar o Marcos. Dou uma olhadinha rápida na direção da cama e constato que ainda está dormindo. Então encaro a minha chefe.
— Eu só quero que o peguem logo. Não me sinto segura com ele solto por aí — resmungo pra ela no mesmo tom.
— Meu amor? — Marcos me chama e a conversa é encerrada. — Pensei