Marcos Albuquerque
— Já se passaram três dias e eles não dão nenhuma notícia! — digo impaciente, sentado na cadeira do meu escritório em minha casa. Gui não diz nada, ele apenas assente desanimado. Seu semblante tão cansado quanto preocupado. — Eu contratei alguns detetives por conta própria e nada — falo de uma vez fazendo o meu irmão me olhar boquiaberto.
— Quando exatamente você fez isso? — indaga exasperado, se ajeitando na cadeira. Dou de ombros.
— Também entrei no sistema do computador da