Iara era bonita.
Muito bonita.
Mas sua beleza radiante não parecia uma arma apontada contra Lua.
— Você trabalha aqui? — Lua conseguiu perguntar, ainda meio surpresa consigo mesma por manter a conversa.
Iara apoiou a bolsa sobre a bancada, abriu a torneira e sorriu pelo espelho.
— Infelizmente, sim.
Lua franziu a testa.
— Infelizmente? – As pessoas matariam por uma chance de construir carreira na Atikos.
— Grandes corporações são um saco — respondeu, simples, enquanto ensaboava as mãos. — Todo